Categoria: Textos
-
Breves comentários sobre filmes da 48ª Mostra de Cinema de SP

Pequenas Coisas Como Estas (dir: Tim Mielants) O conceito do filme é melhor do que sua forma final. Assim como o protagonista interpretado pelo Cillian Murphy, Mielants é silencioso e contemplativo (quase chato rs) na sua abordagem, construindo o drama a partir de flashbacks pontuais e a tensão (que poderia ter mais) na descoberta acerca…
-
Crítica: Batman (2022)

Alguns meses atrás, Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021) estreou nos cinemas e encantou os fãs do herói criado por Stan Lee e Steve Ditko. Não necessariamente por ser um bom filme, mas por entregar justamente o que se esperava dele: participações especiais, nostalgia, acerto de contas e uma correção de rota para sua versão…
-
Crítica: Gavião Arqueiro (2021)

Se antes do Marvel Studios entrar no mundo das séries alguém perguntasse “Quem quer uma série do Gavião Arqueiro?”, é provável que poucas pessoas dessem uma resposta positiva. O herói interpretado por Jeremy Renner, ainda que seja um dos Vingadores originais do filme de 2012, sempre andou de mãos dadas com o desinteresse de parte…
-
Crítica: Amor, Sublime Amor (2021)

Steven Spielberg é genial. Falar isto é quase redundante dada toda sua carreira e o impacto que suas principais obras têm em Hollywood. Dito isto, chega a ser curioso o fato do cineasta nunca ter dirigido um musical antes desta nova versão de Amor, Sublime Amor. O mais perto que ele chegou do gênero foi…
-
Crítica: Liberdade (2018)

Existe um fascínio do ser humano por imagens de outros tempos. Creio que isso se intensifica quando você é descendente de imigrantes e passa a se relacionar com mais afinco às histórias de seus antepassados. Velhas fotografias, rodas de conversa com familiares e alguns filmes como, no meu caso (neto de japoneses que vieram ao…
-
Crítica: Loki — 1ª Temporada (2021)

Na nova fase do MCU, o Marvel Studios colocou seus personagens na terapia. Em WandaVision temos a protagonista criando um universo próprio, descolado da realidade, para poder lidar com seus sentimentos, enquanto em Falcão e o Soldado Invernal os heróis passam por uma sessão de terapia de casal. Logo, era de se esperar que Loki…
-
Crítica: Rua do Medo: 1666 — Parte 3 (2021)

Se em 1994 nós temos a apresentação do mistério de Sarah Fier e em 1978 nós vimos toda essa mitologia se desenvolver, Rua do Medo: 1666 — Parte 3 surge com a missão de oferecer respostas para a trama principal da trilogia de terror da Netflix. O filme faz isto, não há como negar, mas oferece pouco…
-
Crítica: Rua do Medo: 1978 — Parte 2 (2021)

A primeira parte de Rua do Medo deixa clara a proposta de “filmes-tributo” que a trilogia iria seguir. Como comentei no texto sobre o filme anterior, a própria diretora e co-roteirista Leigh Janiak parece muito interessada nos clichês de terror e nas possibilidades de entretenimento que eles oferecem. Então, cada capítulo vai abusar de tudo…
-
Crítica: Viúva Negra (2021)

O primeiro sinal da perda do timing do Marvel Studios em relação ao lançamento de Viúva Negra se dá logo no período em que a trama é ambientada. Não podendo explorar a personagem depois de Vingadores: Ultimato (2019) por motivos óbvios, a aventura se passa logo após os eventos de Capitão América: Guerra Civil (2016).…
-
Crítica: Rua do Medo: 1994 — Parte 1 (2021)

Em uma Hollywood nostálgica e viciada em remakes, reboots e sequências, um desafio constante de quem precisa ressuscitar uma franquia é atualizá-la para um novo público sem descaracterizar completamente o material original. Nova aposta de terror da Netflix, a trilogia Rua do Medo parte desse mesmo exercício ao adaptar os livros de R.L. Stine (mais…
